escada-rampa no Chile escada-rampa na Alemanha escada-rampa em Macau, China escada-rampa em Chicago2 rampa-escada Escada-rampa em Bruxelas Rampa e escada Escada-rampa em Vancouver, Canadá

Escada-rampa

Encontrei pela internet várias fotos deste híbrido de escada com rampa. A primeira vista parece muito criativo juntar a rampa à escada… são muito bonitas algumas delas… mas um olhar mais atento mostra o perigo dessa solução (solução?)! Primeiro que não segue a norma de acessibilidade… afinal, não tem corrimão, piso tátil, sinalização de degraus, etc. E o principal é imaginar o perigo de quem vai usar as escadas, que vão encontrar o desnível da rampa no caminho, sem a regularidade dos degraus, podendo acontecer algum acidente. Não acham? E para quem usa a rampa como não tem corrimão dá um certo medo de desviar o caminho e tchau-tchau. Além de ficar um caminho confuso. Enfim… não solucionou para ninguém. Fico imaginando em um momento de emergência, em que as pessoas saem apressadas do edifício e se deparam com essa escada-rampa… parece perigoso, não? Segue aí um apanhado delas, para me dizer o que vocês acharam! escada-rampa em Chicago

escada-rampa Macau, China

escada-rampa Alemanha

escada-rampa no Chile

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  45 comments

  1. Renata   •  

    Concordo totalmente com você, Elisa! É uma “solução” que apenas aumenta o problema.

  2. Tuca   •  

    Excelente postagem, Elisa!
    Compartilho da mesma opinião. Olhares atentos, sempre.

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  5. Maria DI Moura   •  

    Adorei, concordo sobre a condição de rush, no entanto, não acho inviável, acho que as pessoas devem olhar por onde andam. Muito bom!

  6. Elisa Prado   •     Author

    Oi Maria,
    O Desenho Universal diz que um dos princípios é ser tolerante ao erro… então temos que ter em mente que as pessoas podem estar distraída… isso sem falar se a pessoa for cega, não é?
    abraços!

  7. Hermes   •  

    É mesmo uma pena, mas você tem razão. É uma idéia interessante, mas que deveria ter sido descartada após uma análise de todas as implicações (o que acontece com quase todas as tentativas de inovação).
    Abraços,

  8. Felipe Nin   •  

    Vejam, para essa solução é necessária uma largura generosa. Se considerarmos 20cm de espelho, da uns 4 metros de largura. Se colocamos os corrimões nas laterais a rampa acaba fazendo em seus cotovelos os patamares da escada, sendo o espaço do meio uma altenativa, ou até a possibilidade de degraus deuplos e etc. Acho que não é em todos os casos, mas pode ser útil.
    abs
    felipe

  9. Bi   •  

    Não concordo totalmente. Isso implica em problemas se for usado em escadaria de prédios com muito movimento, por exemplo. Em um espaço público amplo, como uma praça, q possui caráter contemplativo e onde se caminha com velocidade redusida, a escada com rampa é uma solução plástica muito bonita. Outra coisa: como podemos observar na primeira ilustração do post,podem sim ser colocados corrimãos, outra coisa é sinalizar o chão para q os deficientes visuais utilizem somente a área com corrimão (q possui a forma de escada comum) ou somente as rampas. Rampas e escadas poderiam ter pisos diferentes para não criar a confusão.

  10. Elisa Prado   •     Author

    Acho que você trouxe boas contribuições para a discussão. Talvez para praças e ambientes mais contemplativos possa ser válido. Mas ainda assim acho confuso para um cego entender como é o espaço e qual o percurso a ser feito.
    E quanto ao corrimão, o que me referia, é a impossibilidade de fazê-lo conforme a norma. Ele tem que ser contínuo e dos dois lados segundo a NBR 9050/2004. Se fosse contínuo a solução perderia sua utilidade, pois não daria para passar pelos degraus… só seguir pela rampa.

  11. Elisa Prado   •     Author

    é Felipe… exige um estudo bem cauteloso para ver consegue atender a tudo da norma. Eu acho que a ideia dessa solução é fazer algo inclusivo ao juntar rampa e escada, porém, faltam vários elementos para seja totalmente acessível.

  12. Antonio Freire   •  

    Boa tarde, preciso de uma ajuda, pois sou deficente fisico e no predio onde moro vamos fazer uma rampa de acesso. Voces podem me ajudar moro no RIO DE JANEIRO, Copacabana.
    Muito grato pela atenção

    Freire

  13. Léo   •  

    É… realmente, ainda acho que acessibilidade num bom projeto de arquitetura deve-se lançar mao dos elevadores, rampas sao cansativas até para quem caminha, imagina auto-propulsao com os musculos do braço, muito menores e mais frágeis… Aponte Arquitetos famosos, com obras famosas, que usam a rampa em projetos, de qualidade espacial elevada, não digo os que a usam como partido ou co-partido, como Niemeyer, Campo Baeza. entre poucos outros… realmente, sem preconceitos, bela arquitetura e acessibilidade necessitam de um refino enorme para se ajudarem.

    Forte Abraço!

  14. Elisa Prado   •     Author

    Oi Léo,
    Você pegou em um ponto importante… atender a norma ao pé da letra não necessariamente que dizer eficiência. Esse refino é fundamental, entre ‘estou atendendo a norma’ e estou ‘promovendo acessibilidade universal’, com qualidade.
    Infelizente a discussão ainda é muito superficial nesse ponto… mas vamos chegar lá.
    E você tem razão quanto ao elevador… Acredito que acima de 2 metros de desnível, uma rampa, por mais adequada à norma que esteja, ela não é a melhor solução. Elevadores e plataformas sim, vão garantir acessibilidade.
    Abraços!

  15. Léo   •  

    Concordo plenamente, acredito que acessibilidade normativa e total deve-se começar no urbano, que segundo minhas observações, são muito fracas hoje em dia. A limitação está à nivel urbano não na edificação em si. Por isso defendo fortemente o uso de elevadores e plataformas, como disse rampa vencendo acima de 2m fica inviável, a não ser que o edificio contenha apenas 2 pavimentos ou que a permanecia em um pavimento intermediário seja demorada, pra que o cadeirante descanse. Os modelos apresentados, são, plasticamente, muito interessantes e bonitos, mas pouco confortável e muito perigosos!

  16. CAraujo   •  

    Cara Elisa,
    Acho a de chicago muito boa, alemanha razoável e no exemplo do Chile talvez a rampa seja estreita demais. E ao contrario do que diz, na foto de macau vê-se perfeitamente o corrimão. Quem tiver medo de tropeçar vai pelo lado que é uma escadaria muito simples e totalmente segura inclusive com patamares de descanço. Na minha opinião, este tipo de elemento num projecto de Arquitectura Paisagista é algo positivamente a considerar e não algo a recear.

  17. Elisa Prado   •     Author

    Olá!
    A minha pulguinha atrás da orelha sempre fica em imaginar como um cego irá perceber esse elemento arquitetônico tão diferente do que está acostumado. E até mesmo uma pessoa distraída…
    obrigada pelo comentário!

  18. Vanessa   •  

    Como arquiteta não posso concordar com essa opnião. As soluções existem de maneiras diferentes, não precisam ser burocráticas e corretas, ainda mais em obras de valor diferenciado, isso só valoriza o epsaço público e o torna mais dinâmico, mais produtivo e mais utilizavel por todos sem vantagens. Com um pouco de atenção é fácil de se adptar.
    Melhor do que optar sempre pelo óbvio e pela mesmice, o torna espaços inúteis, sem valor e sem graça.
    A luta é sempre pela melhoria do espaço público fazendo o que for possivel para que as pessoas usem mais o espaço que é de todos.

  19. Elisa Prado   •     Author

    O Vanessa.
    Eu como arquiteta também acredito que o espaço público tem que ser potencializado de qualidade para atrair o interesse de todos.
    Acredito também que não devemos ficar presos à ideias pré-fixadas e quadradas. A criatividade é sempre muito bem vinda. Porém, isso não pode ser feito às custas de gerar risco à segurança das pessoas, concorda?
    Imagine uma pessoa cega andando na praça e começa a descer uma escada dessa e no meio encontra um desnível irregular que é a rampa? Ou uma pessoa distraída? Esse é o ponto que quis abordar no post.
    E a acessibilidade ainda precisa avançar muito. Nos moldes do desenho universal. A acessibilidade deve ser pensada de início no projeto, garantindo as melhores, mais criativas e menos burocráticas soluções. Porque o poder de definir está em nossas mãos, como projetistas.
    Abraços e obrigada por fomentar a discussão!

  20. cassia natalia   •  

    eu acredito que há uma solução viável para a hibridização da escada com a rampa, acrescentando corrimão ou/e guia de balizamento na lateral de toda a rampa e mantendo a escada [apenas] nas extremidades da estrutura com o patamar servindo pra ambas as partes. fiz uma adequação da foto grande e postarei no meu face, espero que fique menos perigoso e mais útil como tb bonito. grata.

  21. Elisa Prado   •     Author

    Oi Cassia! Depois posta aqui o link para o seu Facebook para vermos!
    Obrigada por contribuir com a discussão!
    abs

  22. leonel   •  

    Oi.. Eu não concordo muito com a maioria dos comentários.. Quando se desenha algo deste género o objectivo é que as pessoas subam e desçam pelas extremidades, e se repararem a maioria dos casos tem corrimão (os que não tem, isso sim foi mal desenhado), todo o prolongamento de cada degrau serve apenas como “escultura”, dando na mesma acesso, mas ai se alguem cair a responsabilidade é dela, pois como ja referi as escadas principais são sempre as extremidades. ;)

  23. Elisa Prado   •     Author

    Oi Leonel,
    Respeito todos os comentários aqui e são sempre muito bem vindos para enriquecer a discussão. :)
    O que eu ainda não me sinto satisfeita é quanto aos cegos utilizarem essa escada-rampa. Eu entendo que tem uma lateral com corrimão e tal… mas como o cego vai saber que se deve andar por ali? E sempre penso também que uma pessoa distraída pode perder o passo.
    Eu acho que a arquitetura deve ter um desenho seguro. E se pensarmos nos princípios do desenho universal, deve ser à prova de erros, ou se houver erro que não haja graves consequencias. Não vejo isso aqui nesse exemplo.
    Abraços e obrigada pela contribuição!

  24. Pingback: Flagrante – Renato Metello | Acessibilidade na Prática

  25. Cristina B   •  

    Meu comentário vai além das leis (que nem sempre correspondem à realidade). Para os cegos, o piso tátil resolveria, o problema seria corrimão para os idosos, mas a pergunta que faço é: alguém aqui é deficiente físico e já usuou algum destas escada-rampa?

  26. Nelson Lima   •  

    Fico chocadamente triste =( com essas criticas a essa solução. Vejo o quanto estamos passando por uma crise de visão, de percepção! É umas das soluções mais criativas e funcionais para os deficiente que tenho visto ultimamente. O que me choca ainda mais mais é por vc Elisa ser da área, então é você quem vai desenhar o Brasil que vivemos quem sabe o mundo. É triste ler esses argumentos que chegam a ser ridículos. Quero rebater fortemente contra alguns:

    1) “Primeiro que não segue a norma de acessibilidade… afinal, não tem corrimão, piso tátil, sinalização de degraus, etc”

    Meu ponto de vista:Aqui sinto muito lhe informar mais quem precisa se adequar são as normais e leis a necessidades dos deficientes e não os deficientes as leis e normas!

    2)”E para quem usa a rampa como não tem corrimão dá um certo medo de desviar o caminho e tchau-tchau. Além de ficar um caminho confuso.”

    Meu ponto de vista: Confuso é subir uma escada de cadeira de rodas. O que faltou no projeto foi uma sinalização uma faixa amarela no eixo da rampa já seria o suficientemente interessante.

    3)”Fico imaginando em um momento de emergência, em que as pessoas saem apressadas do edifício e se deparam com essa escada-rampa… parece perigoso, não?”

    Meu ponto de vista: Pensou no deficiente físico na hora da emergencia? Se é complicado para quem não é imagina pra quem é? Como você mesmo disse em um momento de emergência!!! É complicado pra todo mundo. Esse tipo de escada-rampa pelos menos da chance igual ao deficiente! É triste saber que a presa dos não deficientes parece ser mais importante que vida do deficientes.

    Alem disso não é preciso criar espaços e acessos separados. Espero fortemente que repense seus conceitos, grande solução tecnológica arquitetônica.

  27. Elisa Prado   •     Author

    Oi Cristina,
    A minha dúvida é sempre em relação ao cego e o uso de um espaço tão atípico. Já ouvi de algumas pessoas em cadeiras de rodas que realmente não há grandes problemas no uso de algo assim. Mas seria interessante o relato de alguém aqui para valorizar o debate!

  28. Elisa Prado   •     Author

    Oi Nelson.
    Acho que meus comentário não ficaram claros para você e por isso a sua revolta.
    Eu não acho que as pessoas com deficiência tenham que se adaptar às normas, e sim claro, as normas devem ser feitas para trazer condições de uso e segurança dessas pessoas. Acredito também, que o que está na norma hoje, foi estudado e tem um motivo de ser, que são as necessidades de diferentes pessoas. Portanto, quando digo que não atende a norma, digo que deixa de atender essa ampla variedade de necessidades… como idosos, cegos, pessoas em cadeiras de rodas etc.
    Eu acho o corrimão na rampa importante, sim. Além da guia de balizamento. Servem para dar apoio à diversas pessoas, delimitar o percurso, proteger da queda. Nos exemplos, não há nenhuma proteção, caso alguém desvie o caminho… isso é um dos princípios do desenho universal: ser tolerante ao erro. E não vejo isso nesse tipo de desenho.
    Quando falei de um momento de emergência, não estava me referindo apenas as pessoas que andam (e sua pressa) e sim à todas. Enquanto o usuário de cadeira de rodas vai zigue-zagueando o percurso, as demais pessoas podem seguir um caminho “reto” o que pode ocasionar um choque de percurso, colocando todos em risco. Me referia também ao fato de um cego, um idoso, ou até mesmo uma pessoa desatenta (na verdade, em um momento de emergência, qualquer um pode se acidentar ali) estar usando essa escada no momento de fuga e ter a rampa inclinada entre um degrau e outro e nisso ocorrer um acidente. Não quis dizer em momento algum que não é para ter a rampa e que as pessoas com deficiência não devem ter um meio de fuga com autonomia.
    Eu acho que podemos fazer melhor e propor soluções com base no desenho universal e que não cause risco à nenhuma pessoa: pessoas em cadeiras de rodas, idosos, cegos, gestantes, crianças etc., ou seja uma população diversa que frequentam os mais diversos lugares que os arquitetos projetam.
    Espero que após essas explicações da minha parte você possa rever os seus comentários e continuar contribuindo com o debate!
    E espero que o choque tenha passado! :D
    A falta de clareza da minha parte é uma falha que devo considerar!
    Abraços.

  29. Luciano furtado   •  

    Dra. Elisa,
    As normas apesar de imperativas e impessoais, nao sao feitas para uma eternidade, mas ate o momento em que a sociedade ou grupo social assim decidir.
    A escada rampa esta sendo utilizada em varios paises do mundo, logo penso que a lei pode ser modificada com objetivo de valorizar espacos, sem perder a seguranca.
    Luciano furtado

  30. Elisa Prado   •     Author

    Oi Luciano,
    Concordo com você. Eu acho que a escada-rampa pode funcionar com algumas alterações e cuidados e não funciona bem em qualquer lugar.
    Por exemplo, para uma praça acho válido, para a saída de um edifício, não.
    Obrigada por participar!
    Abs,
    Elisa

  31. raul bueno   •  

    Creio que antes de criticarmos todos os modelos expostos e a idéia a qual eles representam, seria interessante analisa-los através de desenhos e mesmo experiências in-loco.

  32. Elisa Prado   •     Author

    Isso seria ótimo Raul! Se alguém souber se esse modelo existe no Brasil e se houver pessoas com deficiência para sentirem na pele como é e nos contar, seria perfeito!
    abs!

  33. Rodrigo   •  

    Brasil e sua leis Vs o mundo

    Fico frustrado de viajar pelo mundo com um olhar atento e ver uma série de soluções interessantes de espaços públicos e de construções privados que estão em pleno uso e vigor e lembrar que, por aqui, no meu país onde vivo nunca iria ver estas mesmas soluções serem implantadas. Não digo só no aspecto relevante a acessibilidade, mas também aos códigos de obras e nossa legislação urbana. Vivemos em cidade carentes de espaços democráticos e que contenham qualidade no seu desenho. Não sou uma cabeça colonizada, como tradicionalmente nós brasileiros somos em que tudo que vem de fora é melhor, mas realmente fico indagando: Será que o mundo todo esta fortemente equivocado em ralação as legislações urbanas?
    Vejo esta solução de escada rampa (que é muito democrática) acontecer em muitos lugares ao redor do mundo sem problemas, a despeito de todos os pontos negativos levantados.
    Sei que a intenção de todos é a melhor, trazer acessibilidade a todos e me incluo nesta busca, más sinceramente acho que estamos perdendo a mão por aqui. Temos as leis mais engessadas de modos de vida, que limitam e não democratizam os espaços.
    Se alguém tiver algum caso prático, alguma vivência nas escadas-rampas em que ela de fato foi um grande problema eu gostaria muito de saber.

    Obrigado

  34. Elisa Prado   •     Author

    Rodrigo, acho muito importante o que colocou… também quero saber a opinião dos usuários!

  35. Maximiliano Braga Godoy   •  

    Quero saber se quando aprovaram os rebaixamentos de guias para deficientes físicos(cadeirantes)pensaram nos deficientes visuais.
    Pois os rebaixamentos em curvas de concordância e em angulos levam os deficientes visuais ao perigo de serem atropelados, fis teste com um def. e o mesmo se encaminhou para o leito carroçavel da rua contraria que ele queria ir.
    Pensem por favor nesse problema. 62-8124-3734.

  36. Maximiliano Braga Godoy   •  

    Faço saber que sou Vice Presidente da FASPEGO Fed. das Assoc. Pestalozzi do Est. de Goiás e Coonselheiro na Ouvidoria do CEDD-GO, Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

  37. Elisa Prado   •     Author

    Oi Maximiliano,

    Em SP os rebaixamentos e o piso tátil de alerta devem ser posicionados de forma a orientar as pessoas com deficiência visual a fazer a travessia na direção correta, ou seja seguindo o alinhamento da faixa.
    Talvez isso esteja mais claro na próxima revisão da ABNT NBR 9050.
    abs

  38. Carolina Hakamada   •  

    Eu sou aluna de arquitetura da Universidade Estatual de Londrina, e amei sua escada-rampa, queria saber como você fez essa escada, muito linda!

    Atenciosamente,
    Carol

  39. Elisa Prado   •     Author

    Oi Carol,

    Eu apenas coletei as fotos. Não fiz projeto dela.
    Esteticamente é realmente interessante. Mas, acredito, tem muitos problemas.
    Abs

  40. Ricardo Casarino   •  

    Olá. Achei interessante o seu blog. Tanto que ele nos motivou a modelar uma escada com rampa no REVIT 2014. Gostaríamos de fazer uma parceria de divulgação de trabalhos….o que você me diz.
    O link para a rampa é http://pontocad.com/?p=3240
    Obrigado pela atenção.

  41. Elisa Prado   •     Author

    Muito bacana isso, Ricardo! Deve ter sido um processo complexo.
    Abraços!

  42. Gilmar Santos   •  

    Pois bem, sou estudante de arquitetura e estou fazendo uma pesquisa sobre escadas e rampas, não imaginava que de tudo que tenho estudado até aqui, pudesse ver como o abuso de criatividade pode induzir um arquiteto a fazer uma loucura dessa. Ainda cheguei a pensar logo no início que o autor dessa obra “maluca” tivesse se inspirado no artista plástico Escher. (risos). No entanto serviu bastante para contribuir na parte em que eu preciso apontar os riscos em projeções de escadas e rampas, assim como também para que eu nunca venha projetar uma armadilha dessa.

  43. Jéssica   •  

    Achei as escadas-rampa mt interessante, realmente para um cadeirante pode dar medo na hr de desviar, mas se este estiver acompanhado creio q n seria um problema, achei interessante, gostei e é como disseram acima as pessoas tem que olhar por onde andam

  44. Elisa Prado   •     Author

    Fico feliz de ter conseguido passar meu ponto de vista, Gilmar!
    Abs.

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